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22/01/2018 15:07:00 - Atualizado em 22/01/2018 15:16:00 -

Brasil e Paraguai têm os maiores percentuais de mistura de etanol à gasolina

O diretor da UNICA diz que mistura mostra uma das formas mais eficientes de reduzir a dependência de petróleo

Caminhão (em fase de testes) movido à etanol

Estudo divulgado recentemente por um dos sites mais lidos do mundo no segmento de biocombustíveis revela que estão nas Américas 14 dos 66 países que possuem mandatos ou estudam adicionar combustíveis renováveis (etanol e biodiesel) aos fósseis.

Brasil e Paraguai praticam os maiores níveis de mistura, de 27% (E27) e 25% (E25), respectivamente. Na sequência, por ordem, aparecem EUA (E15), Argentina (E12), Uruguai (E10), Colômbia (E10), Bolívia (E10), Peru (E7.8), Panamá (E10), Jamaica (E10), Costa Rica (E7), Chile (E5), México (E5.8) e Canadá (E5).

O diretor Executivo da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (UNICA), Eduardo Leão de Sousa, enfatiza que a adição de etanol à gasolina se constitui como uma das formas mais eficientes para se reduzir a dependência dos derivados de petróleo e a emissão de CO2 no transporte veicular.

“O etanol, um produto barato, produzido em larga escala e sustentável, é o único combustível liquido capaz de emitir até 90% menos CO2 em relação à gasolina”, ressalta o especialista, lembrando que o Brasil, além da utilização do etanol hidratado puro, incorpora o biocombustível em sua matriz energética desde 1975, época do Proálcool.


No levantamento “The Digest's Biofuels Mandates Around the World”, excluindo o continente americano, os 52 países restantes que adotam ou pretendem implementar políticas de mistura estão espalhados pela Europa – Noruega, Ucrânia e outras 27 nações da União Europeia (UE) –, Ásia-Pacífico (12) e África-Oceano Índico (11).

Américas

Nas Américas, paraguaios e argentinos já anunciaram planos de incorporar o E26. A Bolívia indicou a intenção de implementar o mandato E10 ainda este ano. No Canadá, existem planos de expandir o E5 para o E10 nas províncias de British Columbia e Ontário. Em Alterta (E5) e Saskatchewan (E7.5) os níveis permanecem os mesmos. O Chile continua avaliando a implementação do E5, enquanto o México já recebeu o aval da sua Comissão Regulatória de Energia para aumentar a mistura não obrigatória do E5.8 para E10, exceto na Cidade do México, Monterrey e Guadalajara.

O relatório também evidencia a continuidade da mistura de 27% de etanol à gasolina (E27) praticada no Brasil, onde também é possível utilizar o produto hidratado (E100) em veículos flex, a adição de 8% de biodiesel ao diesel mineral (B8) e a aprovação da Lei que cria a Política Nacional de Biocombustíveis. Também conhecida como RenovaBio, a iniciativa, em fase de regulamentação, tem o objetivo é tornar a matriz energética brasileira ainda mais sustentável por meio do uso de combustíveis com baixa intensidade carbônica.

Europa


Já na Europa, propostas de mudanças na Diretiva Europeia para Promoção de Energias Renováveis (REDII) vem mexendo com o mercado para o etanol de primeira geração (1G). Entre as alterações, que ainda devem passar pelo crivo do Parlamento europeu e no Conselho da União Europeia, está a participação de 7% dos biocombustíveis de 1G no setor de transporte e o uso de 10% de combustíveis avançados (2G, eletricidade, hidrogênio etc) até 2030. Em seu estudo, a Biofuels Digest detalha o andamento dos mandatos na Noruega (E20), Finlândia (E20), Ucrânia (E5) e Itália (E1).

Ásia-Pacífico

Na Ásia-Pacífico foram implementados mandatos na China (E10 em nove províncias), Filipinas (E10), Fiji (E5), Índia (E5), Taiwan (E3), Austrália (E3 nos Estados de Queensland e New South), Indonésia (E2) e Vietnã (E5). Os chineses, os maiores emissores de CO2 do planeta, já demonstraram interesse em expandir o uso da mistura para outras cidades, enquanto indianos e australianos anunciaram planos com vistas ao E10. Embora o relatório não mencione o Japão, cabe destacar que este país tem sido também um importante consumidor de etanol, sob a forma de ETBE, um bioaditivo para gasolina produzido com etanol.

África-Oceano Índico

Entre os países africanos e do Oceano Índico, o E10 é adotado em Moçambique, Angola, Zimbábue, Malaui e Quênia (na maior cidade do país, em Kisumu). A lista ainda incluí Etiópia (E5 com planos para E20), Ilhas Maurício (E5), Sudão (E5) e África do Sul (E2). Outro candidato a avaliar a introdução do E10 é a Nigéria, cuja economia é muito dependente do petróleo. Destaque também para a Zâmbia, que estuda produzir a partir do melaço cerca de 10% do volume total de combustíveis consumido anualmente no país.

 







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